12 agosto 2009

Anne Hathaway em drama familiar

. 12 agosto 2009


Jonathan Demme, de "O Silêncio dos Inocentes", retorna aos longas depois de quatro anos dedicados à documentários e televisão. E acerta em cheio com "O Casamento de Rachel", que já está disponível nas locadoras.

Rachel (Rosemarie De Witt), como o próprio título sugere, vai se casar! Num fim de semana, os parentes e amigos estão reunidos na casa do pai dela para os últimos preparativos da festa e a cerimônia. Aí chega Kym (Anne Hathaway, de "O Diabo Veste Prada" e "Agente 86", que concorreu ao Oscar por este papel), irmã de Rachel. Kym é viciada em drogas e está internada para desintoxicação, sendo liberada da clínica para participar do casamento. A jovem rebelde vive em sua depressão, enquanto desencadeia uma série de discussões familiares. Porém, os preparativos do casório continuam, enquanto as feridas familiares se expõem e deflagram crises e contradições.

Com tom intimista e natural, "O Casamento de Rachel" constrói um retrato sincero da vida em família, onde mais que se buscar soluções, procura se seguir com os planos de felicidade. Destaque para os extras do DVD, em que o diretor Jonathan Demme revela que o filme surgiu a partir de um favor a um amigo. Seu colega Sidney Lumet lhe pediu para ler o roteiro desenvolvido por sua filha, Jenny Lumet, e o resultado desta leitura você confere no longa "O Casamento de Rachel".

André Santana

2 xícaras tomadas.:

Wander Veroni disse...

Olá!

Parece ser um filme bem interessante. Gosto desse tipo de trama que explora as ações de comportamento dos personagens. Vou procurar ele aqui na minha cidade. Somos colegas de "Café". Meu blog chama-se "Café com notícias".

Abraço,

http://cafecomnoticias.blogspot.com

Vini e Carol disse...

Parece ser legal o filme, gosto de assistir filmes assim quando não tenho nada pra fazer, ou quando passa na TV, não compraria um DVD ou alugaria no lugar de outros para assistir, acho meio clichê essa história.
Mas é bom assistir de vez em quando, isso quando os atores são bons, porque se depender da história é quase tudo igual...

Beijos, Carol