17 agosto 2009

Cultura Literal - Pierre Péju.

. 17 agosto 2009

Para o sétimo post da série sobre as obras e seus criadores escolhi um já consagrado escritor, Pierre Péju. Tudo bem, você deve estar dizendo: "Consagrado? Nunca ouvi falar."
Acredite, ele é.

Pierre é autor de A travessia de Eva, que conquistou o Prêmio Livre Inter, em 2003. O livro foi traduzido em catorze idiomas e adaptado para o cinema por Jean-Pierre Denis, em 2005.
É também autor de Naissacres.
O riso do ogro, livro que comento aqui para vocês, recebeu o Prêmio Fnac, no ano de 2005.


O riso do Ogro.

No início dos anos 60, na floresta que cerca a pequena e supostamente sossegada cidade da Baviera, ocorre um terrível drama que o segredo e o silêncio rapidamente encobrem.
Paul Marleau é um adolescente francês que está passando uma temporada na Alemanha, na casa de um correspondente.
Ele conhece Clara, filha de um antigo médico da Wehmarcht. Filhos da paz, eles compreendem que "fissuras da guerra"se propagam na serenidade aparente de sua época. Guerra que se acreditavam acabadas ou guerras em curso nunca muito distantes.
Romance de guerra, romance de amor, meditação sobre o mal, sobre a arte e a felicidade, O riso do Ogro é a história de todas essas vidas conforntadas com a ambiguidade e a brutalidade do século.

O livro é da editora Bertrand Brasil, e pode ser encontrado no site da editora ou na Livraria Cultura.

Se preferir, pode passar também pelas Lojas Americanas e adquirí-lo.

Boa leitura.
(J.M)

6 xícaras tomadas.:

FabioZen disse...

Que maravilha de blog.Como leitor compulsivo sempre vou voltar aqui.Parabens!

Diego Janjão disse...

Este autor é super bom, apesar que este que vc cita ainda não li...

arteeato disse...

Dicas muito legais... É como sentar-se em uma cafeteria e olhar a estante para ver qual livro ler enquanto aprecio um bom expresso.

Rô Maia

Itamar (japa) disse...

bom matou meu pansamento, nunca ouvi falar, hehe, mas de qualquer forma, muito boa dica, bem informativa... quem sabe uma hora, com mais tempo, ... ta anotada a dica...

abraço!

Euzer Lopes disse...

O que se percebe é que a estória, que tem um apelo até ingênuo, mostra as vísceras das veias abertas de um país ainda se recuperando de uma guerra.
Interessante

antonio disse...

Show de blog!! Parabénsss
Nem sei como faço para tirar o
aviso de conteúdo imprópio do meu blog.

abçs