Bem longe do universo jovem está “True Blood”, série sobre vampiros que leva a assinatura do canal pago HBO. Aqui, a temática é bem mais adulta e pesada, funcionando como uma metáfora sobre preconceito e intolerância. “True Blood” conta a história da garçonete telepata Sookie Stackhouse (Anna Paquin), que se apaixona pelo vampiro boa-praça Bill Compton (Stephen Moyer). A série se passa num momento em que os vampiros tentam se integrar aos humanos graças ao Tru Blood, sangue sintético criado por japoneses e que se tornam uma opção ao sangue humano. A difícil “socialização” entre vampiros e humanos é o mote para discussões sobre intolerância, seja ela racial, social, religiosa ou sexual. O sexo, aliás, é parte integrante da série, que não economiza nas cenas sensuais, e muito menos no humor negro e no sarcasmo.26 junho 2010
"Eclipse" e "True Blood": vampiros por todos os lados!
Bem longe do universo jovem está “True Blood”, série sobre vampiros que leva a assinatura do canal pago HBO. Aqui, a temática é bem mais adulta e pesada, funcionando como uma metáfora sobre preconceito e intolerância. “True Blood” conta a história da garçonete telepata Sookie Stackhouse (Anna Paquin), que se apaixona pelo vampiro boa-praça Bill Compton (Stephen Moyer). A série se passa num momento em que os vampiros tentam se integrar aos humanos graças ao Tru Blood, sangue sintético criado por japoneses e que se tornam uma opção ao sangue humano. A difícil “socialização” entre vampiros e humanos é o mote para discussões sobre intolerância, seja ela racial, social, religiosa ou sexual. O sexo, aliás, é parte integrante da série, que não economiza nas cenas sensuais, e muito menos no humor negro e no sarcasmo.24 junho 2010
Veríssimo revê Shakespeare em "A Décima Segunda Noite"
Um narrador privilegiado, que acompanhou de perto toda uma divertida história, é o trunfo de “A Décima Segunda Noite”, obra de Luis Fernando Veríssimo baseada na comédia “Noite de Reis”, de William Shakespeare. Quem compartilha toda a trama do livro com o leitor é Henri, um papagaio que trabalhava como atração de um salão de cabeleireiro com temática brasileira em plena França. De seu poleiro, foi testemunha de toda uma intriga cheia de encontros e desencontros amorosos.22 junho 2010
Futebol: para eles a bola, para elas, as pernas deles
A minha ideia de falar sobre as pernas dos jogadores desta Copa surgiu quando eu, Flávia e Carol decidimos, de uma vez por todas, abandonar o pensionato e alugar um apartamento.
Você deve estar se perguntando: o que isso tem a ver com a Copa? Eu respondo em caps lock: TUDO!
Resolvemos então juntar as panelas. Eu levei para o nosso novo lar, doce lar um tanquinho, uma tostequeira elétrica e muitos sapatos. A Carol, de início, apenas algumas malas, que isso fique claro. Depois metade da mobília. Já a Flávia, que há tempos não assistia TV, prometeu que compraria uma. Humilde. De 42 polegadas.
Depois de pesquisas na internet sem sucesso fomos, eu e Flávia, a um shopping de Rio Preto, em uma loja especializada, escolher uma TV e, de repente...
– Compra essa, Flávia.
– Por quê?
– Olha só o tamanho dessas pernas.
Sim. Estava passando um jogo. Não me pergunte de quem contra quem, até porque isso não é interessante por enquanto, mas sei que era futebol.
Dez para cada lado, cada um com seu goleiro. Somam 11 ou 22 direto, para os bons de conta. Árbitro, bandeirinha, auxiliar e um bando de gente torcendo. Agora com vuvuzelas e o Galvão, combinação mais que infernal.
Do outro lado da big tela estava eu, boquiaberta com a beleza. Da TV? Não. A Flávia que vai comprar, ela escolhe, eu estava apenas admirando a visão.
Bom, chega de lero-lero e vamos ao propósito inicial, a Copa para eles e para elas.
Eles são assim, dizem que adoram futebol, que são fanáticos por ele e ainda brigam com a gente quando este é o assunto. Correm pra cá e pra lá durante 90 minutos atrás da bola e quando o árbitro apita ela é esquecida por 15 minutos ou até o próximo jogo.
Nós, mulheres, não. Quando falamos amar o tal do futebol é por que realmente o amamos. E não só a bola, mas a eles, que fazem a gorduchinha ir daqui para ali e de lá para cá.
Pera lá um pouquinho. Amamos eles ou elas? Bom, neles eu amo elas. As pernas. Chego a suspirar quando a supercâmera da Globo focaliza com detalhes cada jogada.
Existe uma imensidão de diversidade delas nessa Copa. É perna para admiradora nenhuma botar defeito. Tem para todos os gostos. Malhadas ao extremo, as compridas, as mais curtas, mas todas lindas e torneadas.
Para os que se encantam com pernas de mesa, essa Copa está uma loucura.
Ainda não sou perita como o Ferri, que corrige o Marquinhos quando ele tenta reconhecer os jogadores pelas pernas, mas juro que vou tirar o fim de semana para assistir aos jogos e prestar bem atenção em todas as jogadas.
Já a Dani Fenti, que deve estar mais por dentro do assunto que eu, diz que a seleção italiana tem pernas, e homens, de dar água na boca. Vou por reparo e volto para comentar.



